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Tibagi – Nesta quinta-feira (13), o prefeito Rildo Leonardi realizou uma visita às obras da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Fortaleza, que está sendo construída pela empresa Fortaleza Energia. Localizada no Rio Fortaleza, nas proximidades do encontro com o Rio Iapó, a operação da usina está prevista para começar em janeiro de 2027.
Durante sua visita, o prefeito teve a oportunidade de observar a estrutura do projeto e acompanhar as etapas da construção. Rildo enfatizou a grandeza da obra e a intensa movimentação de trabalhadores, equipamentos e materiais envolvidos na edificação da usina.
“É impressionante ver um empreendimento dessa magnitude. É difícil imaginar quanta estrutura de ferro, concreto e logística são necessárias para a construção de uma PCH”, comentou o prefeito.
A PCH Fortaleza também traz benefícios significativos para a economia local, especialmente em termos de empregos. O prefeito mencionou que a Prefeitura, via Agência do Trabalhador, tem promovido mutirões para conectar os moradores às oportunidades geradas pela obra. Durante a visita, ele encontrou tibagianos entre os trabalhadores do projeto.
“Essa construção gera trabalho e renda durante sua execução. Realizamos vários mutirões de emprego através da nossa Agência do Trabalhador e encontramos muitos tibagianos aqui trabalhando”, ressaltou.
Além do emprego gerado, o empreendimento também impacta positivamente as finanças municipais durante sua fase de construção por meio do Imposto Sobre Serviços (ISS). Com a entrada em operação comercial da usina, o município poderá ainda aumentar sua participação na arrecadação do ICMS devido ao impacto da geração de energia no Valor Adicionado (VA).
PCH Fortaleza terá capacidade de até 15 MW
A nova usina terá capacidade máxima de geração elétrica de até 15 megawatts (MW), com uma produção média estimada em cerca de 8,25 MW. Essa capacidade é suficiente para atender aproximadamente 45 mil pessoas, considerando uma média de 3 mil pessoas por megawatt.
A energia gerada será integrada ao Sistema Elétrico Nacional (SIN) e comercializada através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
As obras tiveram início em dezembro de 2025 e atualmente estão focadas na construção da estrutura da usina. A Casa de Força será erguida com uma altura equivalente à de um prédio de onze andares, incluindo a parte subterrânea.
Para Rildo, outro aspecto digno de nota é o planejamento ambiental relacionado à obra. O projeto prevê um alagamento médio de cerca de 80 hectares e inclui condicionantes ambientais que contemplam a recuperação das áreas permanentes preservadas em uma faixa de 53 metros.
“O projeto foi desenvolvido levando em conta as questões ambientais e busca minimizar o impacto sobre o município”, declarou o prefeito.
A PCH foi projetada com base em estudos sobre o potencial hidrelétrico do Rio Fortaleza. O local escolhido favorece tanto o volume d’água quanto a eficiência na geração energética por estar próximo ao encontro com o Rio Iapó.
A previsão da empresa é finalizar as obras e iniciar as operações da PCH Fortaleza até janeiro de 2027. Além dos benefícios econômicos durante a construção, espera-se que a operação traga impactos positivos na arrecadação municipal por meio dos mecanismos tributários associados à geração elétrica.
Estiveram presentes na visita o vereador Daniel Sabia, os secretários Márcio Bonasso (Administração) e Joairan Carneiro (Finanças), além do procurador Bruno Ribas e do assessor Willian da Silva.
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